Testamos o Moto E5 Play: conheça o novo celular da Motorola

Antes considerada de entrada, a linha Moto G cresceu e passou a ocupar um segmento um pouco mais caro. Para cobrir o vácuo deixado pela série, a Motorola não demorou para trazer ao Brasil o Moto E. A série de aparelhos básicos estreou por aqui no ano passado e, segundo a fabricante, foi um sucesso. Tanto que foi atualizada neste ano, com a chegada recente do Moto E5, do E5 Plus e, agora, de um modelo ainda mais básico: o E5 Play, primeiro aparelho da marca com Android Go.

Como bom smartphone de entrada que é, o Moto E5 Play não vem recheado de funcionalidades. Ele é básico da construção até o interior. O processador é um Snapdragon 425 de 1,4 GHz, e a memória RAM é de 1 GB. Seu corpo é de plástico, com uma borda de aspecto metalizado na parte da frente. A tela LCD de cinco-vírgula-três polegadas, por fim, tem resolução 960x480, ou WXVGA. Portanto, não espere muita agilidade nas tarefas e nem qualidade na reprodução de vídeos.

O aparelho, ainda assim, tem alguns recursos bem dignos de nota. Mesmo sendo de entrada, ele vem com um leitor de impressões digitais na traseira, que é bem rápido no reconhecimento do dedo. A tela também foge do padrão 16:9: ela é mais alongada, na proporção 18:9, que dá mais espaço para exibição de conteúdo. A definição não é das melhores, mas ao menos dá para ver um eventual vídeo do YouTube em uma telona. Aliás, o aparelho é um dos poucos do mercado com bateria removível. A peça inclusive vem fora do aparelho na caixa.

O grande diferencial do Moto E5 Play fica mesmo por conta do software. Ele vem com Android Oreo versão Go, uma versão mais leve do sistema, focada em aparelhos básicos com até um giga de RAM. Os apps do Google pré-instalados são todas versões mais leves dos normais, o que faz com que o sistema ocupe bem menos espaço. O E5 Play vem com quase doze giga livres para guardar fotos e vídeos. Não que a câmera seja tão boa: o app dela tem bons recursos, como HDR na frente e na traseira, mas os sensores de cinco e oito megapixels não garante fotos com muita definição.

De toda forma, a combinação de software leve e hardware básico parece funcionar. Não é o melhor conjunto do mercado pelo preço sugerido de R$ 800 do lançamento. Mas com uma provável queda no valor, o modelo vira uma escolha até interessante para quem não precisa de um smartphone superpotente e também prefere não importar.

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