Volkswagen e Renault preparam serviços de carros elétricos sob demanda

Um serviço de aluguel de bikes, mas com carros. É mais ou menos isso que a Volkswagen e a Renault pretendem fazer em breve. As duas marcas anunciaram ontem seus próprios serviços de compartilhamento de veículos elétricos. As iniciativas são separadas e serão testadas em regiões diferentes, mas o conceito é o mesmo nos dois casos: disponibilizar automóveis não poluentes sob demanda para quem quiser usar.

No caso da montadora francesa, o serviço disputará espaço com um similar da PSA, fabricante da Peugeot, que também pretende lançar um sistema similar até o fim do ano. As duas marcas brigam para tomar o lugar do Autolib em Paris, que cumpria essa função até pouco tempo, mas acabou deixado de lado por consumidores após acumular reclamações relacionadas à manutenção dos automóveis oferecidos aos usuários.

A ideia é colocar a iniciativa para funcionar já em setembro deste ano. A Renault, como lembra uma reportagem da Reuters, já oferece um sistema similar na própria França, o Renault Mobility, e também fornece alguns carros elétricos em um esquema similar, operado pela Zity, em Madri. O objetivo da montadora é oferecer pelo menos 2 mil veículos, entre modelos como o ZOE (foto acima) e o Twizy, para o novo serviço até o fim de 2019.

Já no caso da Volkswagen, o plano é começar a operar uma frota de veículos elétricos em 2019 em seu país natal, a Alemanha, e expandir a iniciativa para outros países na Europa, na Ásia e na América do Norte em 2020. “Estamos convencidos de que esse mercado de compartilhamento de carros ainda tem potencial [...] e de que essa é uma forma inteligente de aliviar o tráfego em áreas urbanas”, disse Jürgen Stackmann, membro do conselho da marca.

A empresa alemã não deu muitos detalhes sobre tamanho da frota, mas explicou que o serviço fará parte da já existente plataforma We, que oferece soluções de mobilidade — inclusive um curioso serviço de entregas no porta-malas do carro, ainda em fase de testes.

O sistema será operado pela UMI, uma subsidiária da empresa que começou a operar neste ano. “Nossos clientes esperam uma frota que não polua o meio-ambiente e que os levem ao destino rapidamente e com preço justo — e é exatamente a experiência que vamos entregar”, garantiu o CEO da da UMI, Philip Reth.

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